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VII Circuito Internacional do Porto
II Grande Prémio do Porto
Circuito da Boavista
15, 16 e 17 de Junho de 1956


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Nova e inédita foto do Ferrari 250 GTO #3767GT de David Piper no V Grande Prémio de Angola de 1962



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Nova foto colocada no registo dos 750 Monza

Circuito Internacional de Tânger de 1955
29 de Maio 
José Arroyo Nogueira Pinto (nº1)
Ferrari 750 Monza #0572M
1º na Corrida

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Actualizado: 1950


Rampa de Santa Luzia - Viana do Castelo 
18 de Agosto 

Organizado pelo Automóvel Clube de Portugal, o Campeonato Nacional de Rampa de 1950 era composto por um total de cinco provas, a saber:

1 - Rampa do Gradil (Mafra) - 4 de Junho
2 - Rampa da Falperra (Braga) - 2 de Julho
3 - Rampa de Santa Luzia (Viana do Castelo) - 18 de Agosto
4 - Rampa de Sintra - 3 de Setembro
5 - Rampa da Serafina (Lisboa/Monsanto) - 17 de Setembro

Eram atribuídas as seguintes pontuações por prova:

1º - 10 pontos
2º - 8 pontos
3º - 6 pontos
4º - 4 pontos
5º - 2 pontos
Aos restantes concorrentes eram atribuídos dois pontos. 



Depois da estreia no IX Circuito de Vila Real, Vasco Sameiro alinhou com o 166 MM ‪#‎0040M‬ na Rampa de Santa Luzia, que tinha uma extensão total de 3.250m, entre Viana do Castelo e Santa Luzia. Estiveram 18 automóveis inscritos, tendo participado 17. 
Vasco Sameiro pertencia ao Grupo IV, sendo que as partidas eram dadas dos automóveis de menor cilindrada para os mais potentes. O 1º a efectuar uma subida foi José Emídio Silva Júnior que com o Dyna Panhard de 610cc fez um tempo de 3'.05,04 à média de 63,106 Km/h. 
Vasco Sameiro, que chegou ao local da prova no início da tarde, momentos antes da partida, conseguiu um tempo de 2'.25,90 à média de 80,191 Km/h, tempo que só foi batido já no final da prova pelo Allard de José Cabral, 2'.21.04 à média de 82,955 Km/h. 
Esta acabou por ser a única prova deste Campeonato de Rampas de 1950 disputado por Vasco Sameiro e a sua última competição desportiva ao volante do 166MM #0040M. No final manteria os mesmos 8 pontos que obteve com este 2º lugar na Rampa de Santa Luzia (13º lugar da geral), ficando na frente do dr. João Lacerda que terminou o campeonato com sete pontos. 
Vasco Sameiro vendeu de seguida (ainda em 1950) o 166MM #0040M a José Barbot e este a José Marinho. 


Entrevista concedida por Vasco Sameiro ao Jornal "O Volante" de 5 de Setembro de 1950 


Sobre a participação no IX Circuito de Vila Real:

"Cheguei a Vila Real um dia antes da realização da prova, e como não veio nenhum mecânico da fábrica, a assistência não foi perfeita."

Sobre a participação na Rampa de Santa Luzia:

"Ai não pude tirar da máquina o rendimento máximo. Para provas de rampa, por exemplo, não eram os indicados os pneus que levei. O pinhão era o mesmo de Vila Real, o que também não devia ser. Já vê que a culpa, ainda desta vez, não foi do automóvel. Mas deixe-me dizer-lhe que o facto de eu referir estas coisas, como poderia acrescentar também que não fiz qualquer treino formal, pois cheguei a Santa Luzia ao começo da tarde do dia de prova, o facto de eu lhe dizer isto, repito, de maneira alguma pode contribuir para retirar brilho à vitória do José Cabral. Ele ganhou muito bem." 

Sobre o Ferrari 166MM #0040M:


"Vasco Sameiro apontando para o sr. João Gaspar que na sua secretária continuava a trabalhar, enquanto nós conversávamos, disse-nos depois o seguinte: 

- Não é por ele estar aqui presente, mas quero que registe que o pouco êxito que tenho tido com o Ferrari não é culpa da máquina que é maravilhosa. A adaptação do condutor a ela é que ainda não está "afinada" de todo..."